A inovação e a competitividade entre as empresas fazem com que a demanda por profissionais que lidem com tecnologia e informática só aumentem. O ritmo com que novas ferramentas e necessidades surgem não é tão rápido quanto o de profissionais que se formam no mercado. Portanto estudantes graduados em cursos como Sistemas de Informação, Gestão de Tecnologia da Informação, Engenharia de Telecomunicações, Rede de Computadores, Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas e Engenharia da Computação tem oportunidades garantidas. Saúde A preocupação com a qualidade de vida só aumenta, assim como a expectativa de vida no país. A procura por profissionais especializados em cuidado com os idosos tende a aumentar bem como novos produtos e serviços para a população preocupada em envelhecer com qualidade. O setor público está carente de mão de obra e com o aumento do poder de compra mais pessoas buscam planos de saúde, o que aquecerá a área também. Haverá oportunidades para graduados em Medicina, Gerontologia, Educação Física, Esporte e Lazer, Fisioterapia, Nutrição, Fonoaudiologia, Musicoterapia, Naturologia, Enfermagem e Farmácia.
Este blog possui o objetivo de comunicá-lo das principais informações relacionadas aos concursos a que você se destina realizar. Além disso o blog será mais uma forma de estabelecermos contato e de estarmos periodicamente atualizando nossa comunicação e disponibilizando questões e provas dos concursos anteriores. Portanto, é mais uma ferramenta que servirá de apoio a sua preparação e que o conduzirá à conquista de seu sucesso. Pontual-Concursos - Tel.: (21) 3336-7657
quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Profissões promissoras
Muitas pessoas pensam em uma profissão vendo apenas o retorno financeiro e as oportunidades de trabalho. Claro que isso deve ser levado em conta, mas não é tudo. Nem sempre uma profissão que está em alta hoje permanecerá daqui a 10 anos. Além disso, não é garantido que uma carreira de prestígio trará o dinheiro esperado. Entretanto, com base no mercado e suas necessidades é possível prever quais serão as profissões que deslancharão no País. Confira abaixo oito áreas que prometem ser promissoras:
Agronegócio
O setor é muito amplo, visto que abrange todas as atividades e empresas ligadas à produção de grãos e alimentos. A indústria de máquinas agrícolas, fertilizantes e rações e as próprias plantações fazem parte dessa gama de oportunidades que os profissionais podem atuar. Com o aumento da população mundial a busca por alimentos será maior e, portanto, o Brasil promete se destacar como um grande produtor de alimentos. Com isso, os formados em Agronomia, Engenharia Agrícola, Zootecnia, Engenharia de Alimentos, Medicina Veterinária e Engenharia de Pesca prometem ter mais oportunidade de trabalho.
Construção Civil
O setor está aquecido tanto pelo investimento de obras feito pelo governo por meio do Programa de Aceleração de Crescimento (PAC) quanto pela escolha do Brasil como o país para sediar a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. Portanto, a necessidade de profissionais qualificados para atuar no mercado aumentará. Uma boa chance para os graduados em Engenharia Civil, Arquitetura, Urbanismo, Construção de Edifícios, Engenharia de Agrimensura, Engenharia Hídrica e Logística e Transportes.
Energia
Para crescer qualquer país precisa de energia. As duas principais fontes hoje são petróleo e fontes de energia renováveis. Com a descoberta da camada pré-sal, que promete deixar o Brasil na lista dos dez países com maior reserva do planeta, novas oportunidades surgirão. A busca por fontes de energia limpa também promete aquecer o setor, visto que todos os países buscam não depender mais do petróleo, fonte de energia que libera muitos gases poluentes. Profissionais aptos para buscar novas maneiras e utilizar as já existentes serão necessários. Haverá vagas para os graduados em Geologia, Biocombustíveis, Produção Sucroalcooleira e Mineração, Petróleo e Gás e em engenharias como de Petróleo, de Segurança do Trabalho, de Produção e Química.
Ensino
Com o aumento do poder de consumo da população não apenas é apenas o comércio que fica aquecido, mas a educação também. Com isso, novas oportunidades são criadas para os formados em cursos como Pedagogia, Ciências Biológicas, Geografia, História, Matemática, Letras e outras licenciaturas. Dois segmentos precisarão de funcionários, tanto a formação de professores quanto profissionais para desenvolver e fornecer novos serviços educacionais, especialmente para educação a distância.
Meio Ambiente
O tema está em pauta na grande maioria das empresas que com o tempo passaram a buscar o desenvolvimento sustentável. Essa modalidade de negócio pretende que a natureza seja explorada de forma consciente e responsável e consiga gerar riquezas às empresas, que precisam dos materiais disponíveis no ambiente. A área cresce e o profissional que estiver inserido nesse cenário poderá ajudar empresas a se adequarem nesses padrões, controlar a poluição e elaborar formas de reaproveitar os resíduos produzidos. Profissionais graduados em cursos como Química, Biotecnologia, Engenharia Hídrica, Engenharia Florestal, Engenharia Ambiental, Ecologia, Ciências Biológicas e Gestão Ambiental terão chance nessa área.
Negócios
Os estudantes dos cursos de Administração, Ciências Econômicas, Comércio Exterior, Relações Internacionais, Gestão de Recursos Humanos e Marketing têm vagas de estágio para escolher. O motivo de todas as empresas procurarem por estudantes ou graduados nesse curso é decorrente da globalização, que fez com que todas as companhias necessitassem de pessoas capazes de cuidar dos negócios e se comunicar com o mundo inteiro.
Tecnologia
Profissões do futuro
Profissões do Futuro
A incerteza na hora de escolher um curso para prestar vestibular é grande e, na dúvida, o melhor é optar pelos cursos tradicionais, como medicina ou direito, certo? Errado. Fazer uma escolha antes de estar preparado para ela é, no mínimo, uma perda de tempo e dinheiro. Estudar em uma faculdade que não tem nada a ver com você traz decepção e mais incertezas.
O mercado está expandindo as suas áreas e o ideal é ficar de olho e ver se dá pra unir prazer e dinheiro, trocando em miúdos: se o seu curso tem a sua cara e se ele está cotado como um curso rentável do futuro. Novos cursos surgem todos os dias com o propósito de atender demandas do mercado de trabalho por profissionais especializados ou pelo desmembramento de habilitações tradicionais. Algumas novas graduações podem representar boas oportunidades de trabalho.
Dê uma olhada em cada um deles e veja se algum te chama a atenção e mereça a sua aplicação e esforço durante 4 ou 5 anos.
Artigos de "Profissões do Futuro"
Agroecologia
A corrida para amenizar os impactos ambientais causados pelas atividades rurais.
Ciências Atuariais
O cálculo dos grandes investimentos.
Comunicação das Artes do Corpo
Um curso sem precedentes no Brasil e no mundo.
Comunicação em Computação Gráfica
Uma nova perspectiva de ensino da mídia eletrônica.
Comunicação empresarial
Um dos caminhos para o sucesso de um negócio.
Conselheiro de aposentadoria
A profissão pode virar realidade para atender às demandas do público maduro.
Economia Agroindustrial
Você quer trabalhar com o mercado mais lucrativo do país?
Ecorrelações
O conceito de sustentabilidade levará à criação da nova profissão.
Engenharia de Aquicultura
O curso que cuida da qualidade dos alimentos oriundos da água.
Engenharia de Energia
O desenvolvimento de sistemas eficazes de geração de energia.
Engenharia Industrial Madeireira
O uso inteligente de recursos naturais.
Esporte
O profissional que trabalha com a formação de atletas e organização de eventos esportivos de alto nível.
Formação de produtores e músicos de rock
O músico contemporâneo e suas novas habilidades.
Gerontologia
Promoção da qualidade de vida na 3ª idade.
Gestão de Negócios em Surf
Escritório na praia? É esse o ambiente do Tecnólogo em Gestão de Negócios em Surf.
Lixólogo
O chamado gestor de resíduos dará uma nova funcionalidade ao lixo.
Manutenção de Aeronaves
Para atender à grande demanda das empresas aéreas.
Midialogia
O profissional do audiovisual.
Produção de Música Eletrônica
Já em pensou em fazer uma graduação para ser DJ profissional?
Quiropraxia
O tratamento manual das dores no corpo.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Dicas para fazer uma boa redação
Dicas para fazer uma boa redação
Não comece escrever sem pensar e definir sua opinião sobre o tema;
Tome cuidado para não fugir do tema proposto;
Não tente "modernizar" a escrita durante a prova;
Evite o uso de clichês;
Evite repetição de termos e palavras. Faça uso de sinônimos e elipse;
Fundamente os argumentos, mas nunca use exemplos pessoais;
Seja claro;
Cuidado com a letra;
Atenção á acentuação e à concordância.
Boa redação!
Não esqueça de praticar bastante.
Dicas para passar no vestibular
Durante o Ano de Estudos
Procure criar uma programação de estudos de acordo com suas necessidades e possibilidades. Criar um hábito de estudo diário é fundamental para um bom desempenho nos vestibulares.
Dedique um tempo de estudo diário. Estabeleça critérios de disciplinas (matérias) de tal forma que todas sejam estudadas. Porém, você deverá se dedicar mais àquelas que encontrar maior dificuldade.
Além de estudar, não deixe de lado as atividades sociais e de lazer. Estas ajudam a deixar a cabeça legal para os estudos. Praticar algum tipo de esporte também serve para relaxar e manter o corpo com boa disposição.
Leia todos os livros obrigatórios durante o ano. Não deixe acumular tudo para os dias próximos ao vestibular. Além de ler, procure fazer um resumo com as principais características da obra e seus autores.
Mantenha-se informado lendo revistas e jornais diários. Os temas da atualidade costumam cair em redações e questões dos vestibulares.
Não deixe dúvidas passar em branco. Leve as para seu professor para esclarecê-las, pois elas poderão aparecer na prova.
Se você está no Ensino Médio ou no cursinho, estude a matéria em casa no mesmo dia que você teve na escola. Especialistas dizem que é a melhor forma de assimilar e garantir o aprendizado. Durma bem, pois é durante o sono que o cérebro processa e assimila tudo que foi aprendido durante o dia.
Faça todos os exercícios e atividades solicitadas pelos professores do colégio ou cursinho.
Pegue questões e respostas dos vestibulares dos últimos 3 anos para conhecer o estilo e nível da prova que você vai fazer. Isso é importante para a familiarização com o tipo de prova.
Procure fazer o ENEM, pois ele conta pontos para muitos vestibulares.
Faça e refaça redações, pois elas costumam ter um peso significativo nos vestibulares.
Sempre que encontrar uma palavra desconhecida nos textos de estudo, procure seu significado no dicionário. Um aluno com um bom nível de entendimento de palavras tem maiores chances de ir bem nas redações e entender o enunciado das questões.
Dias Antes da Prova
Procure dormir bem e fazer uma boa alimentação, sem exageros.
Faça apenas revisões e não entre em desespero para tentar aprender muitos conteúdos em poucos dias.
Fuja de situações de stress, procurando fazer programas que visam a tranqüilidade.
Faça uma visita ao local de prova para ir se familiarizando com a região. Trace um plano de como chegar ao local. Lembre-se que muitos vestibulares são extremamente rigorosos com relação ao horário de entrada dos vestibulandos. Chegar atrasado pode significar a perda da prova.
Deixe todos os documentos necessários em ordem e prontos para serem utilizados no dia da prova.
No dia e no momento da Prova Procure chegar no local da prova com uma hora de antecedência. Caso ocorra algum imprevisto no caminho, o tempo de sobra será suficiente para buscar uma solução.
Faça uma alimentação leve e de forma tranquila. Não coma coisas que você não tenha por hábito comer para evitar problemas digestivos no momento da prova.
Leve para a prova todo material necessário (com itens de reservas) e algum alimento (barra de cereais, um chocolate, água).
Procure fazer a prova com calma e concentração.
Não gaste muito tempo em questões que você sabe que terá dificuldades. Comece pelas questões mais fáceis para garantir estes pontos, deixando as mais complexas por último. Se tiver que "chutar" num teste, faça com inteligência. Deixe de lado as alternativas que você percebe que não podem estar corretas. Ou seja, use a técnica da eliminação e o bom senso.
Procure sempre escrever respostas completas e de acordo com o que se pede. Não enrole na resposta, pois você poderá perder pontos importantes.
Use todo o tempo disponível e faça uma revisão nas respostas, se tiver tempo. Esta revisão serve para eliminar erros de ortografia ou conteúdos.
BOA SORTE !!!
Quer trabalhar no exterior ?? dicas
Quero trabalhar no exterior. Que cursos me possibilitariam isso?
Há cursos aqui no Brasil em que eu poderia exercer a função no exterior? Se sim, quais? Ainda não me decidi pela área, mas gostaria de conhecer algumas opções para começar minha busca.
A princípio, qualquer formação feita no Brasil pode encontrar meios de desenvolvimento no exterior. Isso dependerá de alguns fatores específicos do país em que pretenda se fixar. Cada país tem legislação específica para imigração de trabalhadores. Alguns limitam a evolução na carreira ou aceitam apenas algumas profissões em determinado período. Quase todos exigem a revalidação do diploma obtido no país de origem (de forma a controlar a qualidade do trabalho e a adequação à realidade de seu país). Fatores como oportunidades que você possa encontrar e qualificações que desenvolva ao longo de sua formação, recursos que você poderá dispender para cursos de pós-graduação, competências como o domínio de outra língua são tão importantes quanto a superação de eventuais preconceitos que um estrangeiro pode receber; é comum que os habitantes nativos se sintam invadidos, como se alguém de fora viesse lhes “roubar” as próprias oportunidades de emprego.
Para ter uma ideia das políticas de aceitação de trabalhadores provenientes do exterior, pesquise em sites de embaixadas ou pelos verbetes “imigração de trabalhadores” e o nome do país de interesse. Uma opção é também buscar realizar a própria formação no exterior.
Novo Código Florestal - vestibular
Como o novo Código Florestal pode cair no vestibular
O novo Código Florestal é um assunto com enormes chances de cair no vestibular. Não precisa nem ser um grande seguidor do noticiário (mas a gente espera que você acompanhe, se vai prestar vestibular) para ter ouvido falar nele – o tema ganhou também as redes sociais com a campanha “Veta, Dilma”. “Esse é um tema que, de forma ou de outra, vai cair no vestibular”, acredita Samuel Robes Loureiro, professor de Atualidades do Cursinho do XI. Se você ainda não entendeu exatamente o que está acontecendo, esta é a sua chance. Então, é o seguinte. O Código Florestal foi criado em 1965 (durante a ditadura militar) para regulamentar a exploração da terra no Brasil por meio de leis que estabelecem limites para preservar a vegetação nativa. Ao longo de todos esses anos, porém, ele sofreu várias modificações e remendos para atender a novas exigências e interesses que apareciam. Agora, ambientalistas, ruralistas e cientistas concordam que o Código precisa ser refeito para ter uma unidade e se adaptar à NOVA realidade brasileira e mundial. O então deputado e hoje ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), fez uma proposta para um novo código. Ela foi aprovada na Câmara dos Deputados no começo de 2011, mas sofreu tantas modificações até ser votada no Senado que precisou voltar para a avaliação dos deputados antes de passar pela aprovação presidencial. Em outubro de 2012, foi publicado no Diário Oficial da União o decreto presidencial que altera a Medida Provisória aprovada pelo Congresso em setembro, modificando o Código Florestal brasileiro. Como já havia sinalizado, a presidente Dilma Rousseff vetou nove pontos que claramente beneficiavam ruralistas, com o propósito de manter um tripé de princípios: “não anistiar, não estimular desmatamentos ilegais e assegurar justiça social”. (Portal Exame, 18 de outubro de 2012. Clique aqui para ver o que foi vetado pela presidente) O porquê da polêmica As principais diferenças entre o antigo e o novo códigos estão relacionadas à área de terra em que será permitido o desmate, ao tipo de produtor que poderá fazer isso, ao reflorestamento dessa área e à punição para quem já desmatou. - Leia os textos do Novo Código aqui. Para os ambientalistas e especialistas em meio ambiente, as mudanças no Código abrem brechas para aumentar o desmatamento e, com isso, podem ameaçar o ciclo das chuvas, a proteção do solo e a biodiversidade. Também causam polêmica os pontos que dizem respeito ao possível perdão a quem praticou o desmatamento no passado. Um dos pontos mais polêmicos é o fato de o novo texto facilitar a ocupação ou regularização de propriedades que mantêm plantações e pastos nas chamadas Áreas de Preservação Permamente (APPs), como o topo de morros, encostas em declive e margens de rios e nascentes. Essas áreas são as mais vulneráveis por terem maior probabilidade de serem palco de deslizamento, erosão ou enchente e, portanto, precisam ser protegidas. A definição das APPs ficaria a cargo de órgãos locais, o que poderia causar a descentralização do Código e provocar diferenças enormes entre os Estados. Como pode ser cobrado O professor Samuel acredita haver uma boa possiblidade de o vestibular abordar o tema a partir da questão climática e de desastres ambientais. “Há uma demanda do governo para proteger o ambiente, até mesmo para evitar catástrofes como as que aconteceram na região sul ou na região serrana do Rio de Janeiro”, explica. “O código antigo proíbe ocupar encostas, mas o novo permite se for por uma pequena propriedade. Uma mansão em serras e encostas, por exemplo, é considerada uma grande propriedade em padrões urbanos, mas uma pequena propriedade em padrões rurais. Assim, eles ganham a legalidade de ocupar o espaço em que estão e isso pode provocar deslizamentos no período de chuvas”, completa. O professor acredita que a questão poderá vir associada a um conceito climático: a chamada zona de convergência do Atlântico Sul (ZCAS), uma zona de baixa pressão de orientação Noroeste/Sudeste que se estende desde o sul da região amazônica até a região central do Atlântico Sul. Ela se caracteriza pelas altas temperaturas no verão, maior evaporação e, consequentemente, muita chuva. Esse excesso de chuvas atinge as regiões serranas do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais e provoca alagamentos e, nas encostas indevidamente ocupadas, deslizamentos. Este é um assunto sobre o qual vale refletir, porque pode, inclusive, ser tema de redação. Nesse caso, também é possível explorar outras questões. “Dá para refletir sobre o paradoxo de se transferir a responsabilidade da proteção ao meio ambiente para a população, com a proibição das sacolas de plástico, ao mesmo tempo em que se libera a ocupação do solo”, reflete o professor. Mas uma dica: para manter um debate mais rico, procure ler artigos escritos a partir de perspectivas diferentes – tanto dos oponentes quanto dos defensores do novo Código. Veja o que dizem tanto ambientalistas quando os ruralistas.
Novo acordo ortográfico
Entenda as mudanças do novo acordo ortográfico: novas regras mudam a ortografia no Brasil:
Desde 1º de janeiro de 2009, o trema da linguiça deixou de existir. Assim como o acento das europeias e o hífen do dia a dia. É que, desde esse dia, passou a vigorar no Brasil o novo acordo ortográfico para unificar a nossa escrita e a das demais nações de língua portuguesa: Portugal, Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste.
Entre as mudanças na língua portuguesa ocasionadas pela reforma ortográfica, podemos citar o fim do trema, alterações da forma de acentuar palavras com ditongos abertos e que sejam hiatos, supressão dos acentos diferencias e dos acentos tônicos, novas regras para o emprego do hífen e inclusão das letras w, k e y ao idioma.
Novo acordo, velhas questões A intenção de unificar a língua portuguesa entre os países em que ela é o idioma oficial é antiga. Em 1931, foi realizado o primeiro acordo ortográfico luso-brasileiro, mas ele acabou não sendo efetivado na prática. Em 1945, a Convenção Ortográfica Luso-Brasileira foi adotada em Portugal, mas não no Brasil. Anos depois, em 1986, os sete países de língua portuguesa (Timor-Leste não pôde ser incluído na lista, pois se tornaria independente apenas em 2002) consolidaram as Bases Analíticas da Ortografia Simplificada da Língua Portuguesa de 1945, que não chegaram a ser implementadas. Em 1990, os países de língua portuguesa se comprometeram a unificar a grafia da língua, segundo a proposta apresentada pela Academia de Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras. Mesmo assim, o acordo ainda não podia entrar em vigor. Foram necessários mais 16 anos para que fossem alcançadas as três adesões necessárias para que o acordo fosse cumprido. Em 2006, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde se uniram ao Brasil e ratificaram o novo acordo. Entretanto, Portugal ainda apresentava uma grande relutância às mudanças. Apenas em maio de 2008 o Parlamento português ratificou o acordo para unificar a ortografia em todas as nações de língua portuguesa.
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