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terça-feira, 19 de junho de 2012

ENEM

Enem registra recorde de inscritos
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) registrou mais um recorde de inscrições. Um total de 6.497.466 candidatos fizeram o cadastro no site do MEC. O total de participantes, no entanto, só será definido após o pagamento da taxa de R$35, que pode ocorrer até a próxima quarta, dia 20.
Aluno de escola pública que esteja concluindo o ensino médio e se declarar integrante de família de baixa renda está liberado do pagamento. Os pedidos de isenção deveriam ser feitos no momento da inscrição, também pela internet.
Em comparação com o ano passado, foram 275.769 inscrições a mais. O processo foi encerrado às 23h59 desta sexta-feira, 15. O estado de São Paulo foi o que teve mais pré-inscritos: 1.068.517. Em seguida, vêm os estados de Minas Gerais (723.644), Rio de Janeiro (474.046), Bahia (458.101) e Rio Grande do Sul (394.641).
As provas serão aplicadas em 3 e 4 de novembro. No primeiro dia, sábado, serão realizadas as provas de ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias, com duração de quatro horas e meia. No domingo, os estudantes terão cinco horas e meia para fazer as de matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias e a redação.
Sisu já recebe inscrições. Só na UFRJ, são 3.659 vagas
As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) estão abertas para os interessados em ingressar em diversas instituições públicas ensino superior em todo o país. O prazo segue até às 23h59 do próximo dia 22. A seleção visa ao preenchimento de vagas para o segundo período letivo de 2012, sendo aberta para os candidatos que fizeram o Enem do ano passado. O Sisu disponibilizará 30.548 oportunidades nas quais os concorrentes disputarão vagas nas 56 instituições que integram a prova do MEC ao seu vestibular.
Ao se inscrever o candidato deve informar o número de inscrição do Enem 2011 e sua senha já previamente registrada. Para o estado do Rio de Janeiro o Sisu ofertará 7.495 oportunidades, distribuídas em 11 instituições. A Universidade Federal do Rio de Janeiro possui a maior oferta, com 3.659 vagas.
Em seguida aparecem a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), com 1.490 vagas; e a Universidade Federal Fluminense (UFF), com 1.157 vagas. As outras instituições disponíveis no sistema são o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (Cefet/RJ), o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ), o Instituto Federal Fluminense (IF Fluminense).
Também selecionam pelo Sisu, instituições vinculadas à Faetec. São elas: o Instituto Superior de Tecnologia de Paracambi, o Instituto Superior de Educação Aldo Muylaert (Isepam), o Instituto Superior de Educação do Estado do Rio de Janeiro (Iserj), entre outros. Para efetuar a inscrição, que não inclui o pagamento de nenhuma taxa, o estudante deve ter obtido nota maior do que zero na redação.
Ao efetivar a inscrição no Sisu, o estudante deverá indicar, por ordem de prioridade, duas opções de graduação disponíveis. Durante todo o período de inscrições, o candidato poderá modificar a escolha realizada no sistema. Caso julgue conveniente, o concorrente terá acesso à alteração, sem limite de vezes, do curso pretendido e da universidade selecionada. Diariamente serão divulgados a nota de corte dos cursos. A classificação do Sisu será gerada a partir do peso que cada universidade concede às provas do Enem. O cálculo para a classificação do candidato seguirá esse critério.
Após a listagem inicial, realizada de acordo com o número de vagas do curso pretendido, serão efetuadas duas chamadas para os classificados. A cada chamada, os selecionados terão um prazo especificado pelo Sisu para efetuar a matrícula na instituição para o qual foi aprovado. Conforme houver desistências de candidatos, o Sisu realizará outras chamadas, visando preencher o número de vagas, sendo possível agraciar assim candidatos incluídos na lista de espera.

terça-feira, 12 de junho de 2012

ProUni

Os limites do ProUni e das cotas
Por: José Luiz Souza de Andrade
Estudantes se reuniram em evento para discutir problemas enfrentados por beneficiados pelo ProUni e pelas cotas Em dez anos, o número de matrículas nas universidades brasileiras saltou de pouco mais de 3 milhões para 6.379.299. Destes quase 3 milhões de novos estudantes, boa parte ingressou em instituições privadas a partir do Programa Universidade para Todos (ProUni), que concede bolsas de estudo a alunos de famílias pobres.
Com objetivo semelhante, a adoção de reservas de vagas em instituições públicas pode não ostentar números tão altos. Porém, é inegável que abriu as portas do ensino superior para uma legião de jovens que, assim como boa parte dos que beneficiaram-se do ProUni, teriam chances reduzidas de conquistar uma vaga nos concorridos vestibulares.
A eficácia das duas estratégias no que diz respeito à ampliação do acesso à universidade é difícil de ser contestada. Da mesma forma que o ponto fraco que ambas possuem: não oferecerem condições de garantir o estudante até o fim do curso.
Sete anos depois da criação do ProUni e 12 anos após a primeira experiência de reserva de vagas do país, na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), representantes dos alunos sobem o tom das reivindicações por maior assistência a beneficiados. A União Nacional dos Estudantes (UNE), por exemplo, defende que a falta de uma política mais ampla nessa linha pode comprometer o impacto do programa de distribuição de bolsas.
“O ProUni democratizou o acesso, expandiu oferta de vagas, permitiu entrada de jovens de baixo aquisitivo. Mas o desafio maior não é entrar. A pessoa tem de permanecer e se formar com qualidade”, disse o presidente da UNE, Daniel Iliescu.
Custo da formação é o principal obstáculo A argumentação do líder estudantil em relação ao um programa que já levou mais de um milhão de alunos ao ensino superior soaria sem propósito se o país em questão não fosse o Brasil. Pode não parecer, mas estudar em uma universidade por aqui tem um custo alto, mesmo quando não se paga pelo curso.
Os livros universitários são caros, principalmente os das áreas tecnológica e de Saúde. Boas bibliotecas amenizariam o quadro, mas a julgar pelos resultados da maioria das instituições privadas em avaliações do MEC, é difícil imaginar que tenham acervo suficiente para dar conta de todos os que não podem comprar as publicações.
Para resolver esse problema, ou mesmo para atender a uma metodologia didática que se pauta em fragmentos de diversas obras, os professores apelam para uma solução que não ajuda muito: a utilização de cópias. Como todos, em geral, solicitam xérox em larga escala, o gasto acaba pesando no bolso dos alunos.
Outro problema está no transporte. Em geral, as universidades estão localizadas em poucas cidades, o que exige gasto alto de passagem para quem não mora nesses municípios. Isto sem falar em uma prática, muitas vezes comum, de fazer com que um aluno, em um mesmo dia, tenha aulas em mais de uma unidade.
Estudar em tempo parcial nem sempre ajuda a ter menor despesa. Com o trânsito das grandes cidades, muitas vezes os alunos passam horas em engarrafamentos, o que tornam inevitáveis os gastos com alimentação. Complementam o quadro, as despesas com material didático dos cursos e com moradia, principalmente para quem vem de cidades distantes de onde estudam.
“Já vimos casos de estudantes que vêm de outros estados e têm problemas para manter custos de moradia, transporte, alimentação, xerox, livros. Isso é muito comum entre os beneficiados pelo ProUni”, comentou Igor Mayworm, presidente da União Estadual dos Estudantes do Estado do Rio (UEE-RJ).
Os alunos beneficiados pelo ProUni até recebem uma bolsa permanência, hoje de R$360. Porém, o valor ainda é considerado baixo. Além disso, só é pago para quem possui jornada de estudos superior a seis horas. Como tratam-se de universidades privadas, nas quais a maioria esmagadora dos cursos funciona em turno parcial, na prática, o rol dos beneficiados vai pouco além dos alunos de Medicina. A UNE estima que cerca de 10% dos atendidos pelo ProUni recebam as bolsas.
“O pressuposto de atender a quem tem carga horária integral é que a pessoa se vê impossibilitada de trabalhar. Porém, muitos estudantes passam duas, três horas, só no transporte. E mesmo os que trabalham têm custos elevados e, por causa das dificuldades, trancam matrículas”, defendeu Daniel Iliescu.
Entre beneficiados por cotas, problema é atraso nas bolsas Segundo o presidente da UEE-RJ, os beneficiados por reservas de vagas estão em situação mais favorável, ao menos no Estado do Rio, onde o alcance das bolsas é maior. Porém, o problema, muitas vezes, é a burocracia. “A maior reclamação que recebemos é em relação ao atraso do pagamento da bolsa. Eles têm um direito que não chega até eles. Isso traz muita dificuldade para os alunos se manterem na universidade”, salientou Igor Mayworm.
Entre as principais reivindicações do movimento estudantil para os beneficiados pelo ProUni e pelas cotas está a equiparação do valor da bolsa ao salário mínimo, hoje de R$622. Na pauta, também está a redução do preço ou gratuidade do transporte público em ônibus, trens, metro e barcas.
Os problemas, no entanto, não se restringem à falta de assistência estudantil. A UNE, por exemplo, também cobra fortalecimento das comissões locais e da nacional de acompanhamento do ProUni. Estes órgãos poderiam gerar informações confiáveis sobre abandono dos cursos, dificuldades acadêmicas dos alunos, necessidade de orientação pedagógica mas, principalmente, teriam condições de inibir e denunciar instituições que usam brechas na legislação.
“A lei não autoriza, por exemplo, que a universidade, após ter concedido a bolsa, continue a monitorar a renda do bolsista. Porém, há instituições que pedem, semestralmente, para renovação da bolsa, este comprovante. E cancelam a bolsa se o estudante melhora de vida. Muitas instituições fazem isso, aproveitando-se da fiscalização insuficiente e das brechas na lei”, afirma o presidente da UNE.
Segundo ele, outro problema do ProUni é o fato de que milhares de brasileiros estudam em cursos de qualidade duvidável. “É importante incluir, mas essas universidades devem estar cada vez mais comprometidas com a qualidade, a formação continuada de professores, a ampliação de mestrado e doutorado no quadro docente, a assistência estudantil, o investimento em infraestrutura, laboratórios e bibliotecas.”
Diretora do MEC defende programa Como resposta às críticas dos estudantes em relação ao ProUni, o principal argumento do Ministério da Educação é o de que, se o programa não é exatamente como as entidades estudantis desejam, ele vem sendo aperfeiçoado ao longo dos últimos anos. Foi o que destacou Paula Branco, diretora de Políticas e Programas de Graduação do MEC.
Ela citou entre os avanços, o fato de a bolsa-permanência ter deixado de ser um valor fixo para estar vinculada à variação das bolsas de iniciação científica. Com isto, o valor, que inicialmente era de R$300, hoje é de R$360. “E tem avançado também em fazer convênios com bancos para que priorizem para estudantes do ProUni as possibilidades de fazer um estágio remunerado. Isso, além de ajudar o estudante na inserção no mercado de trabalho, oferece a ele condições de ter um estágio remunerado e, com esse dinheiro, suprir algumas necessidades para que ele possa efetivar sua permanência.”
A diretora de Políticas e Programas de Graduação do MEC também afirmou que governo tem ampliado a fiscalização em torno do ProUni. Em relação a este aspecto, ela citou a lei, sancionada no ano passado, que estabeleceu que a isenção de impostos conferida às instituições de ensino seria proporcional à ocupação das bolsas. E citou o esforço do MEC em observar mais de perto se instituições e bolsistas atendem aos critérios de elegibilidade do programa.
Segundo ela, o programa tem conseguido se aprimorar ao longo dos anos, possibilitado o acesso ao ensino superior a cerca de 1 milhão de atendidos em todo o país, dos quais, 48% são afrodescendentes. “Então, o Prouni, hoje, cumpre uma função de democratização do ensino e de resgatar os talentos que até então não podiam se manifestar por falta de oportunidade. O programa tem cumprido seus objetivos, o que não nos exime de trabalhar a cada dia para que seja aprimorado”, concluiu Paula Branco.
Bolsa pode ser ampliada no Rio O prefeito Eduardo Paes afirmou, no primeiro dia II Encontro Carioca dos Estudantes Cotistas e Prounistas, realizado na Universidade Gama Filho, no último sábado, dia 26, que pretende estender a bolsa-permanência para todos os beneficiados do ProUni da cidade do Rio de Janeiro. Atualmente, apenas os alunos de alguns cursos com jornada estudantil de seis horas ou mais recebem o valor de R$360.
Paes disse ainda que vai implementar a bolsa Pós-Graduação, uma das reivindicações da UEE-RJ, para os estudantes prounistas da cidade. Também presente no evento, o senador Lindberg Faria afirmou que enviará ao Senado um projeto de lei para estender o benefício da bolsa-permanência para todos os 1 milhão de prounistas do país.
Se as promessas dos políticos forem concretizadas, os estudantes terão o que comemorar. A falta de uma bolsa-permanência é uma das principais dificuldades dos beneficiados. Aluna do curso de Letras da UniverCidade, Daniele Martins, de 24 anos, diz que gasta em torno de R$300 com despesas para frequentar a instituição.
“Uma bolsa como esta, sem dúvida, ajudaria a me manter no curso. No meu caso, tive de conciliar trabalho e estudo para continuar na faculdade”, diz Daniele, que está no 5º período e, há pouco tempo, deixou o emprego porque tinha de fazer estágio obrigatório. “Ganho R$500. É bolsa que acaba auxiliando muitos mais nos gastos adicionais em relação à faculdade. Não dá, por exemplo, para me especializar.”
Para quem vem de longe, como Thiago Neves, aluno de Medicina da Universidade Gama Filho, a situação ainda é mais complicada. Além das despesas de Daniele, ele tem de arcar com aluguel, já que veio de Belém do Pará e não tem parentes no Rio. A saída foi entrar em uma rotina puxada de estudo e trabalho. “Estudo o dia inteiro, de segunda a sábado, e trabalho noite sim, noite não, no setor administrativo de um hospital. Às vezes, vou praticamente dormindo pra faculdade”, disse o estudante que estima gastar, por mês, cerca de R$900. “Ainda bem que a biblioteca é bem estruturada e não tenho gasto com livros. Nunca sobrou dinheiro pra isso.”
Como é bolsista parcial, a estudante de Jornalismo da Universidade Castelo Branco, Giulliana Vendramini, além de alguns dos gastos citados por Daniele e Thiago, precisa pagar metade do valor da mensalidade. Ela reclama, principalmente, dos gastos com xérox. “Temos de tirar cópias de várias apostilas”, disse a estudante, ressaltando que os pequenos gastos, juntos, pesam demais para os bolsistas. “Se a pessoa entrou pelo ProUni, quer dizer que não tem tantas condições assim de arcar com todos esses custos”, completa a universitária.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Dicas - UERJ ( Português)

Estadual 2013: veja dicas para a prova de Português
Por Elson de Souza - elson.souza@folhadirigida.com.br Os inscritos no vestibular Estadual 2012 estão em contagem regressiva: faltam poucos dias para o 1º Exame de Qualificação. A primeira fase está marcada para o dia 17 de junho. E para garantir um bom esempenho no exame, é hora de dar atenção especial às disciplinas, entre elas a Língua Portuguesa, e seguir algumas dicas e orientações.
As questões de Português integram a prova de Linguagens e Códigos do Vestibular Estadual. A área representa cerca de um terço da primeira fase. Para Kelly Giri, professora de Língua Portuguesa do olégio M3, o momento agora é de revisar o que já foi trabalhado, pois dificilmente o candidato conseguirá aprender todos os tópicos nesse último mês.
"Eu acredito que o candidato com potencial para passar no vestibular não pode se preparar apenas nos últimos 30 dias. Com certeza, o intelecto dele não estará preparado para aquele tipo de prova. Mas o meu conselho é fazer revisão dos conteúdos, muita leitura, conhecimento de mundo e se conscientizar de que o que foi feito até aqui é o que vale", afirma.
Outra dica da professora Kelly Giri é que o candidato não faça a preparação da prova apenas pensando no conteúdo, uma vez que os atuais modelos de vestibulares também valorizam outros aspectos. A troca de informações com os colegas também pode ser um ponto decisivo nesta reta final. Para a professora, é preciso evitar desgastes neste momento.
"Os últimos 30 da prova de vestibular tem que ser de tranquilidade. O vestibulando deve procurar o que está em dúvida, o que não sabe muito e manter a calma, pois a maior parte já está feita", disse a professora Kelly Giri.
Apesar de não ser tão extenso como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o Exame de Qualificação do Vestibular Estadual, que seleciona para a Uerj e a Uezo também é desgastante para o candidato. A prova apresenta um conteúdo básico tão longo quanto o apresentado pelo exame federal. No entanto, alguns tópicos costumam ser cobrados frequentemente pela a banca do vestibular.
"A parte de semântica está muito valorizada não só na Uerj, mas em qualquer concurso público. Outro ponto muito cobrado é a intertextualidade, a conversa de um texto ou uma disciplina com outra. E, ao contrário do que muitos pensam, a gramática também não deixou de ser cobrada, pois sempre há algumas questões", afirmou Kelly Giri.
Além de tomar certos cuidados com a preparação nesses dias que antecedem a prova, o candidato também deve reforçar a atenção durante a resolução do vestibular. De acordo com a professora Kelly Giri, é preferível pular uma questão em caso de dúvida do que marcar uma alternativa aleatoriamente. Atenção ao enunciado também é fundamental.
"O candidato precisa pensar que aquilo ali é a decisão do futuro dele. Não tem como prosseguir na leitura de um enunciado se o vestibulando já se perdeu no meio do caminho. Na dúvida, espere um momento, passe para outra questão, depois volte com a cabeça mais fria, releia e pense sobre aquilo. Não saia marcando o que achar mais bonitinho", disse.

sábado, 9 de junho de 2012

Dicas - UERJ

Uerj: veja dicas de estudo para História Por Kilber Moreira - kilber.moreira@folhadirigida.com.br Os inscritos para o primeiro Exame de Qualificação do vestibular Estadual 2013 estão a poucos dias de enfrentarem a prova. A preparação para o exame chega na reta final e os candidatos devem ficar atentos para o conteúdo programático e para dicas para a resolução das questões. Para a área de Humanas, o professor Renato Gama, docente de História e Filosofia na rede estadual de ensino nos colégios Alecrim e Almirante Tamandaré, além do Colégio Equipe I, alerta sobre a importância da leitura de textos sobre os temas em destaque e atenção às edições passadas do vestibular.
"Na área de Ciências Humanas, o ideal é que o aluno trabalhe muito com texto. E para isso, eu indico, principalmente na parte de História, o site tempopresente.org, que pertence ao Laboratório de História Contemporânea da UFRJ. Como o acesso hoje a internet é muito grande, essa acaba se tornando uma boa opção de leitura de conteúdos de Geografia e História, sendo uma fonte segura de estudo na internet", afirma o professor, lembrando que os textos do tempopresente.org são redigidos por professores de pós-graduação, da educação básica e superior, além de próprios alunos com formação em andamento.
O professor ainda faz ressalvas acerca das prioridades estabelecidas nas questões da prova de História, considerando os temas recorrentes no vestibular Estadual, que seleciona para a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), para o Centro Universitário da Zona Oeste (Uezo) e para a Academia de formação de Oficiais do Corpo de Bombeiros. Segundo Gama, perguntas sobre o Governo Vargas e a República Velha possuem "99% de chance de cair no vestibular", de acordo com as provas anteriores. Além disso, no quesito histórico contemporâneo, ele comenta sobre a probabilidade de Segunda Guerra Mundial e globalização, temas muito cobrados pela Uerj, aparecerem novamente no exame.
"Fora estes temas, muito populares na prova da Uerj, costumam cair também questões, no âmbito nacional, sobre ditadura militar e governo Juscelino Kubitschek, sendo esses os temas centrais que a Uerj cobra. Vez ou outra o vestibular também cobra imperialismo e terrorismo internacional."
A primeira fase do processo seletivo será aplicada no dia 17 de junho, às 9h. É solicitado que o candidato compareça ao local da prova com uma hora de antecedência, portando o Cartão de Confirmação, documento de identificação original com foto e caneta esferográfica preta ou azul. As notas obtidas no Exame de Qualificação serão acrescentadas à nota do Exame Discursivo, etapa que forma a segunda fase do vestibular da Uerj.
Os candidatos que não se inscreveram ou não conseguiram aprovação no primeiro Exame de Qualificação poderão, a partir do dia 3 de julho, se inscrever para o 2º Exame. Além de ser uma nova chance de inscrição para os interessados, será mais um modo de classificação para os que tiverem realizado o primeiro exame, visando assim aumentar o conceito obtido.
Para obter uma qualificação alta e ter vantagem na segunda fase, o professor Renato Gama sugere o estudo de tópicos da história da América Latina, especificando nos temas sobre os governos Evo Morales e Hugo Chavez, além da questão do Mercosul.
"A Uerj gosta de fazer questões ligando aspectos de Geografia e História, com contexto interdisciplinar. O vestibular cobra muito questões sobre atualidade, principalmente do século 20, até porque a primeira fase se vincula à História, Geografia e Sociologia. Na área de História a Uerj tenta cobrar o máximo possível da atualidade justamente para fazer uma ponte com a Geografia, em casos como a globalização e o Mercosul, temas que abrangem as duas áreas. A Uerj gosta, por exemplo, de colocar um mapa e neste gráfico cobrar duas disciplinas, usando a interdisciplinaridade", destacou o professor.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Pontual Concursos

Caro aluno e/ou responsável;
Este blog possui o objetivo de comunicá-lo das principais informações relacionadas aos concursos a que você se destina realizar. Além disso o blog será mais uma forma de estabelecermos contato e de estarmos periodicamente atualizando nossa comunicação e disponibilizando questões e provas dos concursos anteriores. Portanto, é mais uma ferramenta que servirá de apoio a sua preparação e que o conduzirá à conquista de seu sucesso.
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